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Leste

Africano 

Ocampo de refugiados de Bambasi foi construído para receber sudaneses que buscaram

fugir da área conflituosa do país. A maioria dos refugiados veio dos estados do Nilo Azul e Cordofão do Sul. Agora, todos vivem juntos em um descampado onde cabem 1.098 campos de futebol. Uma “cidade” de 17.279 refugiados.

Escola com ensino fundamental, um galpão para atividades religiosas e outro que se transformou em hospital. Ainda há muita área livre. Até mesmo cabanas vazias. Mas como Mitiku explica,

"infelizmente, não podemos prever quando muitos vão chegar”. Há de se estar preparado.

Em meio ao mercado, a muvuca é grande. Os produtos comprados em Assosa são vendidos a preços bem baratos. Alguns improvisam uma tenda. Bambus, lona e capim para fabricar uma sombra modesta. E madeira ou o próprio chão, forrado com grandes lenços, para expor os produtos. O lucro de alguns birr já é suficiente. Querem mais um trabalho e uma forma própria de conseguir a injera de cada dia, do que ganhar roupa, lenços coloridos ou comidas diferentes. Viver dependentes das organizações internacionais é o que mais os incomoda. O PAM, Programa Alimentar Mundial — WFP, World Food Program, na sigla em inglês —, fornece farinha, óleo, sal e outros mantimentos. É assim em todos os campos. Mas eles querem trabalho, uma horta no quintal, ou uma máquina para costura que fosse. A própria maneira de levar o sustento para a casa.

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